quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Na Biblioteca da Floresta....


Dentre diversas outras atividades que realizo na Biblioteca da Floresta está a organização do seminário abaixo para qual estão tod@s convidad@s.





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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

As lágrimas da Lua


    Sempre fui uma pessoa curiosa. Sempre procurei nas  gavetas, baús, atrás das cortinas, embaixo dos tapetes, atrás das portas e demais cantinhos  esquecidos do universo a Heroína  de todas as histórias. Aquela que os falsos mestres insistem em esconder enquanto nos contam suas mentiras.
   Alguns vestígios dela encontrei num mito antigo sobre a lua, que estava guardado em um velho baú. Ele nos conta que:                                                        
    "Todas as noites, a Senhora Lua reúne todas as lembranças jogadas  fora e todos os sonhos esquecidos da humanidade, guardando-os em sua taça de prata até o despontar da aurora. A seguir, aos primeiros albores, continua a história, todos os sonhos esquecidos e todas as lembranças desprezadas são devolvidos à Terra como seiva da  Lua ou orvalho. Misturado às "lágrimas da lua", o orvalho tem poderes mágicos de nutrir, curar e retemperar a vida sobre a Terra.Graças ao desvelo compassivo da Mãe Lua , nada de valor se perde para o ser humano".(Extraido do Livro Jung e o Tarô de Sallie Nichols).   
  
Esses saberes antigos ajudam a mover meus passos e alimentam meu espírito para sempre eu cultivar uma esperança.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A heroína e o Mestre Tempo


     Todas as histórias têm sempre heróis, heroinas, vilãos e vilãs. Outro dia, garimpando atrás de umas jóias preciosas encontrei a seguinte pérola:

 “O herói de minha história, aquele que amo de toda minha alma, aquele que tentei pintar em toda sua beleza, aquele que foi, que é e que sempre será belo – é a verdade.” L. Tolstoi  
Hoje, dia dos Mestres, saúdo todos eles com carinho, mas quero prestar minhas homenagens à um especial: o Mestre Tempo que vem revelando aos poucos todos os 'heróis' de nossas histórias.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Contar histórias


Já faz algum tempo que resolvi criar um blog.  Um blog pra contar e recontar histórias.

Histórias que vivi, que assisti, que me contaram ou que li em algum lugar.

Contar histórias sempre está presente na vida das pessoas, da sociedade e do mundo.

É uma necessidade, desde os primórdios ou desde sempre, assim como a de lutar pela sobrevivência, pela liberdade, pela felicidade, pelo amor, pelo saber, dentre outras coisas que se busca.


 Ainda nas cavernas, quando não tinha sido inventada a escrita, as pessoas contavam as histórias de suas guerras e caçadas atráves de desenhos. Depois criaram metáforas que ainda hoje são recontadas de diversas formas.
Seja através da rebuscada, e muitas vezes hermética, linguagem acadêmica ou da pirotecnia cinematográfica e ficcional com toda sua sofisticação.

Sobre o que, como e sobre quem contar sempre gera polêmica. Muitas histórias também são contadas sobre essas polêmicas e acabam gerando mais polêmicas.
Mas, além de contar, quero também expressar reflexões e debater, à partir de opiniões diversas, sobre porquê, para que e como contar histórias.

Se Sherazade contava pra se manter viva, muitas contam pra ninar seus filhos. Alguns contam pra ensinar suas lições aprendidas, outros pra mostrar o seu valor. Muitos contam pelo simples prazer de contar, de partilhar. Outros contam para 'descontar' o que foi 'mal contado'.

Histórias longas ou curtas. Que aconteceram há muito, muito tempo, há algumas horas atrás, ou que ainda estão acontecendo.


   Histórias em várias linguas e formas de expressão.De poucos, de uma só pessoa, de muitos, ou de tod@s.


E até de quem está, há uns 500 anos ouvindo tudo em silêncio como aquela árvore que conheci um dia desses.


E assim contando entender um pouco como é a vida e com fios de palavras tecer e bordar alguns sentidos dela.